Paralisação dos caminhoneiros

Abastecimento de produtos na Ilha começa a voltar ao normal

Após o protesto dos caminhoneiros perder força no país, a região metropolitana de São Luís começa a receber produtos e ser reabastecida aos poucos

Reprodução

Após vários dias de paralisação, os efeitos da greve dos caminhoneiros começa a perder força depois do Governo Federal ceder às propostas da classe. Apesar de alguns caminhoneiros prosseguiram com o protesto, alguns serviços começam a voltar ao normal.

Faculdades, universidades e colégios que tinham cancelado as atividades na última segunda-feira, já retomaram a atividade normal. A maior rede de supermercado do Maranhão, o Grupo Mateus, depois de quase zerar as prateleiras, conseguiu desde reabastecer as lojas da capital.

O setor de frutas, verduras e legumes foi o mais prejudicado com a paralisação. Segundo o Grupo Mateus, ainda não será possível, de imediato, abastecer todo o setor de hortifruti.

Postos de gasolina na capital e interior do estado começam a receber gasolina, diesel e etanol, sendo que a normalidade de abastecimento será retomada em pouco tempo.

Escolta de carga
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou diversas escoltas de caminhões e carretas para o interior do estado, que totalizaram mais de 200 veículos de  carga beneficiados. A Polícia Militar, Exército e a Polícia Federal também participou das operações.

Pontos de bloqueio de caminhões
Segundo a PRF, o número de bloqueio no Maranhão, caiu para 12 pontos de retenção. Em São Luís, a PRF informou ainda, que os bloqueios foram desmobilizados.

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