São Luís

Feirinha estimula produção e venda de produtos agrícolas

O espaço, que também contempla artesanato, artes plásticas, gastronomia, literatura e apresentações culturais, conta com a parceria do Governo do Estado.

Reprodução

Uma nova janela de escoamento da produção local, a terceira edição da Feirinha São Luís, realizada pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), funciona como vitrine para os produtos agrícolas cultivados na Ilha de São Luís. O espaço, que também contempla artesanato, artes plásticas, gastronomia, literatura e apresentações culturais, conta com a parceria do Governo do Estado.

Culinária
A variedade da culinária regional é marcante no projeto. São oferecidos ao público caldos diversos, bolos, doces em compotas, geleias, queijos, tortas salgadas, frutos do mar, mocotó, e outros ítens que podem ser consumidos por preços acessíveis.
São Luís tem uma grande quantidade de agropolos e comunidades produtivas, gerando vasta variedade frutífera, além de hortaliças leguminosas, folhagens e verduras, cultivadas de forma agroecológica, ou seja, sem o uso de fertilizantes que agridem o solo, água e meio ambiente. As produções são de pequeno porte e geralmente realizadas por famílias da zona rural.

Arte e artesanado
As mentes criativas do Maranhão, que produzem obras de arte e artesanato, também tem seu espaço reservado nas bancas da Feirinha São Luís. Estão à venda bolsas, camisas, tapetes, redes, chapéus, porta objetos, bonecas soulvenirs, e outros ítens.

Cultura
Nessa edição, a diversidade deu o tom, iniciando com o Centro de Capoeira Angola Matroá, que trouxe uma mistura do som do berimbau com matracas de bumba meu boi; na sequência, o couro aquecido do tambor de crioula Arte Nossa fez a alegria do público; a Banda do Bom Menino deu continuidade à festividade que teve ainda o sotaque de orquestra do boi Brilhoso do Sol e Mar, a quadrilha Mocinha do Sertão e o forró Pé de Serra, que não deixou ninguém parado.
Participam da feirinha 11 polos que comercializam produtos diversos a preços competitivos distribuídos em 61 barracas, sendo 25 para produtores rurais, 25 para artesanato e 11 para gastronomia.
A iniciativa reúne órgãos municipais, Banco do Nordeste, Governo do Estado, Supermercados Mateus, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Comercial do Maranhão (ACM). Apoiam ainda o evento, o Senac, a Academia Maranhense de Letras, e a Arquidiocese de São Luís.

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